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NRR Reiki Envidraçamento de Varandas – Não confie

Para realizar o envidraçamento da varanda procuramos a Administração do Condomínio que nos indicou a empresa NRR Reiki como sendo a responsável pela elaboração do projeto e de sua aprovação conjunta entre Construtora e Condomínio.

Recebi o nome da vendedora e dois telefones para contato. Entrei em contato por telefone e posteriormente trocamos e-mails. A assinatura de contrato em 07/08/2014.

As medições ocorreram em 09/08/2014 com a presença dos técnicos de instalação dos vidros e de colocação de soleira e da área comercial.

O zelador nos levou para ver a instalação da rede de proteção em um dos apartamentos do condomínio. Havia barras de suporte instaladas abaixo do teto em gesso, de forma descontínua com aspecto desagradável.

Instalamos a barra acima do teto em gesso, abrindo uma janela na lateral de todo o teto. Abaixo do teto ficaram apenas os ganchos para prender a rede de proteção.

Ao término da instalação da barra enviamos e-mail à NRR Reiki solicitando o comparecimento de técnico para ver a barra instalada antes do fechamento do teto em gesso (13/08/2014). Recebemos como resposta que seria desnecessário.

Na ocasião do envidraçamento da varanda (6/10/2014) o técnico da instalação recusou-se a executar o serviço alegando que a barra impedia a instalação dos vidros. Solicitamos à NRR Reiki o comparecimento do técnico e que o mesmo fosse acompanhado pelo Zelador do Condomínio.

Após a segunda visita decidimos abrir novamente o teto em gesso para ficar evidente que as duas soluções podiam e deviam coexistir. Não havia impedimento para a instalação dos vidros.

Durante o fechamento da faixa do teto em gesso os profissionais provocaram trincas e tiveram que derrubar o teto inteiro e o reconstruir. A primeira reconstrução foi feita 9,5 cm abaixo da altura original, inviabilizando a colocação dos vidros. Uma falha técnica. Foi necessário derrubar novamente o teto em gesso e reconstruí-lo na altura correta.

Agendei reunião com a empresa do envidraçamento no dia 10 de novembro. Compareceram representantes das áreas comercial, técnica. Feitas as explanações e verificações a NRR Reiki se comprometeu a ressarcir o valor de R$ 800,00 correspondente à reabertura do teto em gesso.

Desde 12/11/2014 várias comunicações foram feitas com a NRR Reiki, por e-mail e por telefone. Recebemos informação de que o pagamento será feito, mas ainda não recebemos.

Em 17/12/2014 a colocação dos vidros foi completada restando alguns problemas;

  • ·         Duas folhas de vidro estão empenadas forçando o contato com as folhas vizinhas vidro com vidro e não através das escovinhas
  • ·         Uma folha de vidro tem apenas metade da altura coberta por escovinhas. Falta cobrir o restante da folha.
  • ·         Uma das portas tem folga muito grande causando movimentação com barulho durante as ventanias e chuvas fortes.
  • ·         Não há trava para fixar as folhas de vidro quando abertas a 90º.

Desde 18/12/2014 cobramos a NRR Reiki uma solução. Até o momento recebemos a promessa da visita de técnico, mas nada foi feito.

EMPRESA: Razão social – NRR Comércio e Instalação de Vidros e Esquadrias Ltda – Marca Comercial – Reiki – CNPJ – 19.845.294/0001-80 Endereço – Rua Gertrudes de Lima, 51 sala 71 conjunto 02 – Santo André – SP – Representantes de Reiki de Envidraçamento Panorâmico

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Alla Nostra MRC Borges Deficiência Negligência e Má Fé?

Compramos um apartamento que por contrato o construtor nos entregou sem os acabamentos de piso. Tínhamos a necessidade de concluir o piso para a colocação de móveis e equipamentos. Optamos por elaborar um projeto envolvendo arquitetura e decoração. Passamos a procurar profissional ou empresa que pudesse nos assessorar na elaboração do projeto e realizar a sua execução.

Ao comprarmos móveis planejados recebemos da vendedora a indicação da empresa Alla Nostra (razão social MRC Borges Móveis ME nome fantasia Alla Nostra Móveis e Decorações) como sendo conhecida da loja e habilitada para projetar e executar os serviços necessários para antes e depois da instalação dos armários. No dia seguinte na loja a vendedora nos apresentou pessoa da Alla Nostra com quem conversamos, e daí surgiu esta possibilidade de “parceria” para as obras que pretendíamos fazer no apartamento.

Nos dias seguintes, já no escritório da Alla Nostra, fizemos algumas reuniões, apresentando nossas necessidades.

A Alla Nostra apresentou-se como apta para a empreitada, tendo as equipes de profissionais adequadas para a execução das obras.

Alla Nostra elaborou o projeto de revisão dos armários adquiridos, o que foi comunicado ao fabricante. Desenvolveu o projeto arquitetônico dos ambientes do apartamento. O projeto considerou o reposicionamento dos comandos de eletricidade para adequá-los aos móveis planejados. Apresentou-nos soluções que desconhecíamos como os tubos embutidos na parede em substituição aos painéis de madeira para passagem de cabos para TV e equipamentos. Acatamos outras sugestões como a troca das bancadas da cozinha, do tanque, do lavabo e do banheiro principal.

Isto tudo nos levou a entender que a Alla Nostra faria o acompanhamento da execução dos equipamentos a serem produzidos por terceiros e a sua finalização, o acompanhamento da montagem dos móveis planejados, principalmente quando o contrato garantia esta responsabilidade.

Antes e durante o planejamento e a execução da obra foram surgindo outros fornecedores e prestadores de serviços, por indicação da Alla Nostra, do condomínio e por nossa escolha.

Após a aprovação do pré-projeto recebemos e assinamos o contrato. Passados alguns dias, as obras foram iniciadas,  e então terminou a lua de mel.

PESSOAL  TÉCNICO Rapidamente percebemos que a equipe de profissionais era na realidade toda terceirizada e nem sempre as pessoas eram do conhecimento prévio da Alla Nostra. Houve entre os profissionais, pessoas sem nenhum preparo para a função, pessoas alcoolizadas, pessoas nitidamente perdidas na obra por falta de orientação. Faltaram profissionalismo e capacidade técnica na supervisão e acompanhamento dos serviços: conhecer, conversar e ambientar prévia e adequadamente os profissionais sob sua responsabilidade, coordenar as atividades para evitar desperdício de material, de tempo e de esforços em retrabalho, elaborar adequadamente as listas de compras (tivemos excesso de materiais solicitados em cerca de 50% na iluminação e nos revestimentos e falta de materiais em pintura e alvenaria). Faltou respeito e consideração para com os próprios profissionais, e ter certeza da competência das pessoas contratadas. Durante períodos de semanas a Alla Nostra ausentou-se da obra sem nenhuma explicação plausível.

RESPONSABILIDADE TÉCNICA Quando cobrada sobre as falhas do pessoal, de projeto e de execução, a Alla Nostra esquivou-se da responsabilidade fornecendo explicações implausíveis, faltando com o respeito aos outros fornecedores e prestadores de serviço, colocando-se como parte ofendida e prejudicada, demorando em atender nossas solicitações, ou simplesmente não as atendendo.

RESPEITO ÀS NORMAS ABNT Em abril de 2014 foram publicadas pela ABNT e amplamente divulgadas pelas administradoras de condomínios, normas sobre obras realizadas em edifícios. Esta foi uma de nossas exigências à ALLA NOSTRA. No entanto, face à pouca exigência do condomínio os relatórios prévios não foram elaborados.

RELAÇAO DE ATIVIDADES E CRONOGRAMA A falta de um cronograma de serviços, e o não fornecimento prévio da relação de serviços a serem executados me obrigou a supervisionar a execução das obras diariamente junto aos profissionais executantes dos serviços.  Obtive as informações da inadequação a ordem de execução das atividades através da manifestação espontânea dos profissionais subcontratados pela própria Alla Nostra.

Quanto à compra e fornecimento pelos contratantes de material necessário para as obras ocorreu a “confusão” entre insumos para obras (da responsabilidade do contratante) e ferramentas e materiais de apoio para os executantes (de responsabilidade da contratada).

Desde o início foi explicado que as plantas hidráulicas e de eletricidade fornecidas pela construtora referiam-se ao apartamento padrão do edifício e não aos apartamentos modificados por solicitação do proprietário, que é o nosso caso. Comentamos com a Cida e apresentamos o SCANNER DE PAREDE para a detecção de tubulação hidráulica, de eletricidade, e de pilares, que esteve à disposição para uso, mas não foi usado. Ainda assim tivemos como resposta (sic) “mas como a planta nos fornecida está com medidas erradas”.

PAREDE NOVA E RACHADA Consta do projeto uma parede de alvenaria entre cozinha, corredor e sala. Mal construída ficou impraticável. Preferiram “consertar o estrago” a derrubá-la e fazer a parede corretamente. Hoje a parede, que ainda não tem seis meses, já apresenta rachaduras.

Portas passaram a ranger por causa da poeira acumulada durante as obras. Resposta da Alla Nostra(sic)  este serviço não foi contratado,vamos fazer a limpeza das portas quanto a sujeira.”

SUBSTITUIÇAO DE BANCADAS Quatro bancadas foram projetadas pela Alla Nostra, que nos apresentou o fornecedor e executante. Compramos o porcelanato para execução das bancadas e refazer o revestimento de um box que foi ampliado. Houve uma sobra de 50% do revestimento comprado, pago e sem a possibilidade de devolução. Solicitamos o projeto de uma nova bancada para a área de serviço para evitar a perda do porcelanato que sobrou. A Alla Nostra esquivou-se da complementação das bancadas (instalação de torneiras, válvulas, sifões, etc.). Preferiu explicar que o serviço não constava do projeto a assumir que a proposição de reformulação de uma bancada inclui a sua reinstalação. Os tratou como se fossem serviços adicionais e independentes.

PAINÉIS PARA TV O projeto dos móveis planejados previa painéis em todos os pontos para a instalação de TVs. A Alla Nostra substituiu quatro destes painéis por outra solução, tubos embutidos. Diante estas informações inferimos que o acompanhamento da montagem de bancadas e de suportes para TV deveria ser feita pela Alla Nostra. Outra vez, Alla Nostra negou-se a executar o serviço. Somente duas das quatro tubulações funcionaram, pois duas ficaram abaixo das bancadas de apoio dos equipamentos. Estão irremediavelmente perdidas: nova perda de 50%.

 ERROS DE PROJETO – FALHAS DE EXECUÇAO

Ainda não conseguimos concluir as obras, pois tivemos que contratar profissionais experientes para fazer o trabalho essencial que a Alla Nostra não incluiu no projeto. Mas já pudemos fazer uma relação das falhas de projeto e erros de execução.

 

  • ·         Despensa
    • o   O interruptor de iluminação ficou em baixo e no fundo de prateleira, praticamente inacessível ou inutilizando a prateleira.
    • o   Alla Nostra insistiu em que o trabalho exigiria que se rasgassem as paredes.
    • o   Por nossa solicitação o eletricista transferiu o interruptor para outra caixa de eletricidade na entrada da despensa.
  • ·         Escritório
    • o   Ponto de telefonia ficou atrás de prateleira. Sem solução, a caixa ficou sem o espelho.
  • ·         Cozinha
    • o   Nos interruptores dentro da cozinha há um para lâmpada da sala, que não se pode ver da cozinha. Quem o aciona não percebe nenhum resultado.
    • o   Havia um ponto de força ativo atrás do forno, eliminado por nossa solicitação.
    • o   Sobraram interruptores e tomadas ativos perdidos atrás dos armários e sob a bancada da pia. Foram eliminados por nossa solicitação.
    • o   Uma porta foi substituída e outra foi acrescentada. As portas foram seladas sem que fossem previamente lixadas e impermeabilizadas.
    • o   O ponto de força para a coifa foi colocado exatamente no ponto de fixação da coifa. Foi necessário realocá-lo.
  • ·         Bancadas originais retiradas
    • o   A retirada das bancadas originais deixou material preso às paredes (cola, silicone, pedaços de pedra, etc.). A Alla Nostra recusou-se a retirar os detritos alegando que (sic) “é quase que impossível de ser retirada e vai ser colocada outra pia no local
    • o   Nós mesmos retiramos os detritos. Bastou boa vontade e disposição para o trabalho.
  • ·         Lavabo
    • o   A tubulação original para a pia de ½” foi substituída por nova tubulação de ¾” exigindo luva de redução para permitir a instalação da torneira.
  • ·         Corredor
    • o   Foi eliminado um conjunto de interruptores junto à entrada da cozinha, que serviam para acionar iluminação do corredor. Faz falta. É necessário caminhar até a metade do corredor para acender sua iluminação.
    • o   A nova parede de separação entre sala, corredor e cozinha foi mal construída e em seguida teve que ser reformada, por iniciativa da própria Alla Nostra, e já apresenta rachaduras. Recusamos a solicitação da Alla Nostra para compra de material para a reforma da parede. Nesta parede deixamos de instalar, como previsto, uma porta de correr.
  • ·         Sala
    • o   Falta interruptor para iluminação junto à entrada do corredor para a sala.
  • ·         Varanda
    • o   Foi projetado e instalado deck para diminuir o desnível do chão entre a varanda e a sala. O deck, tem partes vazadas, por onde entram líquidos, poeira e sólidos. Sob o deck há instalações hidráulicas para escoamento de água pluvial e de limpeza. Todas as partes do deck foram fixadas impedindo o acesso à tubulação hidráulica (para manutenção por parte do condomínio) e não permitindo a limpeza periódica. Alla Nostra se nega a fornecer dados do construtor e instalador do deck para que possamos providenciar as correções necessárias.
    • o   Interruptor para 220 V da churrasqueira ficou atrás das gavetas do armário. Apesar de solicitado o ponto não foi transferido nem eliminado.
  • ·         Quartos 2 e 3
    • o   O tubo para a passagem de cabos da TV para os aparelhos (tv a cabo, DVD player, etc) ficou com uma entrada atrás da TV e a saída em baixo da bancada onde ficam os equipamentos. Não cumpre a função de projeto e não pode ser usado.
  • ·         Piso vinílico
    • o   A preparação do chão para a instalação do piso vinílico foi mal feita deixando ondulações e desníveis (caroços) que estão visíveis e deixaram frestas entre o piso e o rodapé. Os cortes não seguem a um padrão. Há pontas se soltando.
    • o   Compramos massa de madeira para tampar as frestas entre o piso e o rodapé e executamos o trabalho.
    • o   O piso vinílico foi encerado sem que antes fossem retirados os resíduos de cola com removedor, conforme instruções do fabricante. Ainda hoje há resíduos de cola no piso.
  • ·         Pintura
    • o   A pintura das paredes foi feita antes de atividades que demandam apoio nas paredes como a montagem dos móveis planejados, montagem das bancadas, instalação de componentes hidráulicos, assentamento do piso vinílico, etc.
    • o   Resultou a contínua necessidade de revisão da pintura. A última feita pela Alla Nostra acabou por espargir tinta em partes comuns do condomínio (deck e corrimão da piscina, piso, etc.). A Alla Nostra demorou três semanas para efetuar a limpeza cobrada pela Administração do Condomínio.
  • ·         Limpeza
    • o   A Alla Nostra recusou-se a realizar a limpeza grossa da sujeira resultante da execução das obras, bem como re-lubrificar os gonzos de portas devido à poeira acumulada. Usou a lógica de quem faz uma obra deixa o ambiente irremediavelmente sujo sem a responsabilidade da limpeza.
  • ·         Varanda – rede de proteção e envidraçamento
    • o   Dada à frequência de crianças e animais de estimação contratamos a colocação de rede de proteção em todo o apartamento. Adquirimos também o fechamento da varanda em vidros. As medições foram feitas antes de qualquer outra ação da Alla Nostra.
    • o   O zelador nos levou para ver a instalação da rede de proteção em um dos apartamentos do condomínio. Havia barras de suporte instaladas abaixo do teto em gesso, de forma descontínua com aspecto desagradável.
    • o   Alla Nostra propôs a instalação da barra acima do teto em gesso, abrindo uma janela na lateral do teto.
    • o   Na ocasião do envidraçamento da varanda houve impasse de que a barra impedia a instalação dos vidros. Tivemos que abrir novamente o teto em gesso para ficar evidente que os vidros podiam e deviam ser instalados sem nenhum empecilho.
    • o   Durante o fechamento da faixa do teto em gesso os profissionais provocaram trincas e tiveram que derrubar o teto inteiro e o reconstruir.
    • o   A primeira reconstrução foi feita 9,5 cm abaixo da altura original, inviabilizando a colocação dos vidros. Uma falha técnica imperdoável.
    • o   Foi necessário derrubar novamente o teto em gesso e reconstruí-lo na altura correta.
    • o   Por solicitação da Alla Nostra agendei reunião com a empresa do envidraçamento no dia 10 de novembro. A Alla Nostra não compareceu à reunião solicitada por ele própria. Havia uma segunda reunião conosco na seqüência e a Alla Nostra compareceu com atraso de 30 minutos (mais de uma hora em relação à primeira reunião).
  • ·         Quanto aos demais fornecedores e prestadores de serviço recebemos as seguintes observações (sic)
    • o   mas como a planta nos fornecida está com medidas erradas foi furado um cano e danificado o móvel e que não foi cobrado nada nem do Sr e nem da construtora que não tem uma planta descente – NOTA: o banheiro em questão não consta na planta fornecida pela construtora.
    • o   Quanto a pintura a sujeira feita por nossos profissionais vai ser reparada,as portas ainda não foram pintadas pois chegaram fora do prazo,portanto vai ser pintada semana que vem,quanto a sujeira feito” por “outra empresa que não  é de nossa responsabilidade não podemos nos responsabilizar.” – NOTA: A Alla Nostra foi contratada desde o início para trabalhar em uma obra executada por várias empresas e deveria levar em consideração as diversas atividades envolvidas.
    • o   a empresa contratada pelo Sr foi leviana em tirar as medidas e executar o serviço sem nenhum comprometimento com os outros profissionais” – NOTA: o outro fornecedor havia feito as medições antes da ação da Alla Nostra.
    • o   o sifão trincou pois estava ressecado,péssima qualidade entregue pela construtora”. – NOTA: Substituímos por outro sifão flexível de plástico que estava disponível na obra devido à retirada das bancadas.
  • ·         Recebemos da Alla Nostra uma nota fiscal e um recibo em valor inferior ao contratado que pagamos integralmente em 2014.
  • ·         Ao redigir estas notas percebemos que no contrato a Alla Nostra não é representada por nenhuma pessoa física e a assinatura aposta no contrato não é identificada por nome e CPF do responsável.

 

 

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APLUB atende com má fé e em situação financeira crítica não paga benefícios

Este artigo tem a  intenção de tornar público o desprezo e desapreço da APLUB no atendimento aos participantes de seus planos de previdência privada. Calvário, martírio, sofrimento, desconsideração, desrespeito, desdém, é o mínimo que posso qualificar o atendimento dado pela APLUB a seus participantes. Tudo isto ocorre por má fé da APLUB? Ou por dificuldade financeira? Será a situação da APLUB pré-falimentar?

Desde 1978 eu e minha esposa contratamos ao Grupo APLUB vários planos de previdência privada, seguros e capitalização (pensão com renda mensal, pecúlio com resgate antecipado, pecúlio remido, pecúlio, seguros de renda temporária, seguro de vida e acidentes, plano de capitalização com sorteio).

Em 2006 ao completar 60 anos de vida e mais de 25 anos de contribuição procurei a APLUB para receber os benefícios correspondentes aos planos de renda mensal. Fui informado que por “estar casado e vivendo com minha esposa” eu somente poderia receber benefício após completar 65 anos de vida conforme o artigo 21 do contrato. Ao reler os contratos no verso das propostas notei que ali constavam somente os 20 primeiros artigos.

Tendo completado as exigências de segunda fase dos contratos (65 anos e muito mais que 25 anos de contribuição) em julho deste ano telefonei à APLUB e que me informasse os valores para resgate dos planos de pecúlio e dos planos de renda mensal. Recebi informações diferentes conforme a pessoa que me atendia, mas todas as atendentes me falaram de imediato do artigo 21. Mais de um atendente
me informou que não cabem resgates antecipados para os planos de pecúlio, apesar do que consta nos contratos. É interessante ressaltar o uso de artigos dos contratos pelos corretores e pelas atendentes. Os corretores alardeiam o resgate antecipado e não mencionam as cláusulas de prorrogação. Já as atendentes alardeiam as condições de prorrogação e negam a possibilidade de resgate antecipado.

Inicialmente a APLUB me informou que demoraria duas semanas para efetuar os cálculos, isto numa era dominada pelo computador. Após muita insistência recebi por e-mail as informações dos valores a serem resgatados antecipadamente com referência a alguns dos planos de pecúlio e nenhuma informação por escrito quanto aos planos de pensão.

Após vários contatos por telefone, por e-mail e por carta, no final de agosto formalizei à APLUB por carta as solicitações para pagamento dos planos de pecúlio e de pensão.

Recebi por e-mail a informação de que “Conforme contato via telefone dia xx, informamos que recebemos os documentos referente resgate do senhor e da Sra, porém, não recebemos os formulários originais preenchidos e assinados via correio. Informamos  que o prazo para pagamento só começará a contar a partir da data do recebimento da documentação completa.”

Os tais “formulários” continham os mesmos dados que colocamos nas cartas, além de alguns itens inaceitáveis como: duas datas e dois locais de emissão, cláusula  de encerramento imediato dos contratos antes mesmo dos pagamentos a serem feitos pela APLUB, erro em meu endereço. Mesmo assim, enviei para a APLUB os tais “formulários” preenchidos e assinados com as devidas correções.

Por telefone me informaram os valores a serem pagos com referência aos planos de pensão: 41% do benefício serão retidos até janeiro de 2015 quando ocorrerá sua incorporação aos benefícios. Também até aquela data devo contribuir com 41% do valor mensal em função de um plano econômico do governo ocorrido em janeiro de 1990. Resumindo: na hora de receber o benefício fico sabendo que devo contribuir além dos 25 anos iniciais, outros 5 anos por questões protelatórias, e ainda mais 3 anos e 7 meses por decisão interna da APLUB por causa de um plano econômico do governo. Tudo isto foi informado por telefone, nada por escrito.

No início de outubro registramos reclamação na SUSEP e recebemos a resposta: “Salientamos que, conforme mensagem encaminhada no dia xx, seu questionamento foi encaminhado à empresa reclamada para atendimento no prazo de 15 dias. Caso não haja solução satisfatória poderá ser formalizada denúncia à SUSEP, para abertura de processo administrativo, nos termos da Circular SUSEP nº 292/05, acessível em www.susep.gov.br, no link “Atos Normativos”.

Uns dez dias depois recebi telefonema da APLUB solicitando o envio de cópias de RG e Comprovante de Residência, que já tinham sido enviados na correspondência do final de agosto. Há dois setores na APLUB um atendendo planos de pecúlio e outro atendendo planos de pensão. Notei então que estes dois setores não se comunicam entre si. Novas cópias foram postadas no correio em mais tarde também foram enviadas por e-mail.

Apesar da demora excessiva no atendimento para pagamento de benefícios a APLUB agiu rapidamente quanto às nossas solicitações para cancelamento de alguns planos. Neste caso o único beneficiado é a APLUB visto que “perdemos” todo nosso investimento de anos. Para estas solicitações não nos exigiram o envio de cópia de documentos pessoais.

Ao final dos quinze dias concedidos pela SUSEP a APLUB pagou parte dos planos de pecúlio com resgate antecipado. Ainda nenhum pagamento quanto aos planos de pensão.

Tivemos durante 33 anos e seis meses total confiança na APLUB. A APLUB falta com respeito ao participante. Também falta transparência e vontade à APLUB para informar os valores dentro de uma memória de cálculo para cada um dos planos contratados.

Tanta protelação para os pagamentos me leva a questionar se é prática comum da APLUB desdenhar dos participantes usando inclusive de má fé, ou então se a APLUB usa destes expedientes para encobrir uma situação financeira difícil? Estaria a APLUB em estágio pré-falimentar?

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Poderia ser pior!

Muitas pessoas lamentam por não ter melhor sorte na vida, esquecendo que tudo poderia ser muito pior.

Pessoas reclamam porque gostariam de ter um carro melhor, sem pensar que muitas são obrigadas a andar horas em trens, ônibus superlotados, e milhares a andar quilômetros a pé, pois o dinheiro gasto em uma condução seria muito dispendioso e faria falta para outros itens de maior necessidade.

Pessoas com boa saúde devem considerar-se privilegiadas, pois poderiam ser uma das milhares portadoras de alguma deficiência,  que certamente traria transtornos a sua vida. Mas mesmo aquelas que são portadoras de disfunções físicas, precisam ter a consciência que a sua situação poderia ser muito mais agravante, portanto, mesmo vivendo com limitações físicas, devem ter plena convicção que  nossa força mental depende só de nós, e será sempre ilimitada.

Pessoas que já tem os filhos criados, bons trabalhadores, saudáveis, bem casados, devem olhar para o lado e ver os filhos de outros pais, que estão presos, ou são dependentes, ou estão impossibilitados de exercerem uma função remunerada. Mas mesmo que aconteça um caso desses na família, devem respirar fundo, lutar para reverter ou amenizar o problema, mas com uma certeza, que isso ainda poderia ter ocorrido de maneira muito mais traumática, com seqüelas irreversíveis.

Não devemos lastimar por não poder saborear aquela sofisticada iguaria que a gente tanto gosta, pois a imagem que não sai da minha mente, foi quando estive lecionando no extremo sul da Bahia, precisamente na cidade de Mucuri, vi crianças comendo calango (uma espécie de lagartixa), pois era a única carne que eles tinham condições de adquirir com facilidade.

Alguém poderá achar que estou sendo pessimista em realçar problemas tão desagradáveis. Mas isso não traduz a minha intenção, pois na “maratona da vida“ podemos observar que algumas pessoas estão a nossa frente, mas uma grande multidão gostaria de estar ocupando nossa posição, que embora  não pareça, é almejada por milhões de outros habitantes desse nosso planeta.

Vamos continuar jogando na Mega Sena. Vamos continuar sonhando com uma vida cada vez melhor, mas não vamos esquecer, que do jeito que estamos vivendo, já somos vencedores, e usufruímos do maior prêmio que é a nossa própria vida. Por isso devemos desfrutá-la de maneira soberana, como se estivéssemos deliciosamente saboreando o nosso prato favorito.

É bom lembrar também, que com isto, não pretendemos estabelecer uma receita comportamental, mas simplesmente externar o nosso sentimento, sobre o modo de valorizarmos a nossa qualidade de vida.

Aílton Prado

 

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Serviço de desAtendimento ao Cliente – SAC – uma experiência desagradável

SAC Serviço de Atendimento ao Cliente – Ao registrar reclamação no SAC você é tratado como réu do caso e não como reclamante – Ao abrir conta corrente em banco e receber cartões de débito e crédito para a movimentação tome cuidado. Veja no relato abaixo o que aconteceu.

Em junho, de emprego novo fui orientado a abrir conta corrente no banco Real para efeito do recebimento do salário. A Gerente de Conta do banco Real me informou pelo telefone todos os documentos e providências necessárias. No dia marcado veio a meu encontro na Barra da Tijuca e muito receptiva, prestativa, facilitou a burocracia. Levou as cópias dos documentos previamente solicitados e os formulários do banco Real devidamente preenchidos e assinados.

Menos de uma semana depois recebo nova visita da Gerente de Conta, que tem apelido de famoso pintor europeu (Van Gogh). Trouxe-me os dados da conta corrente e mais quatro cartões magnéticos.

- Mas meu Deus, para quê tantos cartões? – perguntei e prossegui – eu não preciso de mais cartões, já tenho muitos.

E como sempre a muito prestativa Gerente de Conta me explica e me convence a ficar com os cartões mesmo que não quisesse utilizá-los, pois eu poderia deixá-los em casa. Eram dois pares de cartões um da marca V e outro da marca M. Cada par em duas apresentações: a Platinum para uso nos lugares VIP e um meio desbotado para uso nos lugares TRASH. O par de cartões de uma das marcas tinha as funções débito e crédito. A outra marca somente a função crédito.

A princípio deixei todos os cartões em casa. Mas após o recebimento do primeiro salário e nos meses seguintes passei a usar apenas um dos cartões na modalidade débito, para saques e pagamento das refeições no local de trabalho. E assim minha vida foi prosseguindo por vários meses.

No décimo primeiro mês (em maio do ano seguinte), eu estava trabalhando em Recife, uma surpresa desagradável. Recebi uma fatura para pagamento no dia 15 através de débito direto na conta corrente. E exatamente uma fatura dos cartões que ficaram em casa. E mesmo assim conseguiram clonar o cartão!!! E eu tinha apenas dois dias para tentar resolver a situação.

Na fatura cerca de uma dezena de compras feitas com o cartão na modalidade crédito, aparentemente sempre via internet. Havia compra de serviços em empresas em que eu não ousaria entrar nos respectivos sites: apostas – em seis parcelas, crédito para comunicações, compra feita via site de pagamentos (o que não nos permite saber realmente o que foi comprado e de quem), serviços para facilitar a elaboração de trabalhos escolares e acadêmicos, etc. As duas compras de maior valor foram feitas em sites B2C. Um deles cancelou a compra no mesmo dia (todas as três parcelas). Deve ter percebido a tramoia em tempo. O outro site B2C deve ter entregado a(s) mercadoria(s) para pagamento em oito parcelas.

No dia seguinte telefono para a Gerente de Conta que me tranquiliza, toma as providências internas ao banco e me orienta a telefonar para o SAC Serviço de Atendimento ao Cliente. Não me senti confortável com esta orientação. Já que as providências internas tinham sido tomadas, porque a perda de tempo com o SAC. Talvez devido a critérios de transparência e ou a princípios de governança? Efeito colateral da Sox (Lei Sarbannes-Oxley).

Enfim liguei para o SAC. O atendimento tomou longos 45 minutos. Por conta de minha reclamação os respectivos cartões foram cancelados e em cerca de dez dias eu receberia novos cartões. Não havia tempo hábil para evitar o débito em conta corrente. Os valores seriam cancelados na fatura do cartão de crédito no mês seguinte. Ainda tive que ouvir que a responsabilidade pela clonagem do cartão era minha até que os analistas do banco pudessem chegar a uma deliberação para o caso. Imediatamente solicitei o cancelamento de todo os cartões de crédito que estavam em meu poder.

Resultado prático: o débito em conta ocorreu no dia 15, o respectivo crédito somente ocorreu no dia 2 do mês seguinte após alguns telefonemas e e-mails trocados com a Gerente de Conta. Os efeitos colaterais não puderem ser evitados: débito de juros e IOF pelo saldo negativo, custo das ligações de telefone via celular (eu estava em Recife e o banco no Rio de Janeiro ou São Paulo). No primeiro fim de semana destruí a tesoura todos os quatro cartões magnéticos. Até hoje (quatro meses após o primeiro telefonema ao SAC) não recebi nenhum novo cartão magnético do banco. Ainda bem.

No dia 15 de junho, seguinte ao do primeiro débito, ocorreu novo débito em conta corrente. Telefonei novamente para a Gerente de Conta e com ela troquei outros e-mails. E recebi nova orientação para entrar em contato com o SAC.

O inevitável telefonema para o SAC levou 35 minutos. O primeiro atendente não teve capacidade para entender o que acontecera. Apenas o segundo atendente notou que o estorno mal efetuado na fatura do cartão de crédito deixara saldo devedor.

Recebi a informação de que meus cartões de crédito ainda não tinham sido cancelados. Solicitei novamente o seu cancelamento, já que não mais existiam fisicamente.

Fui informado que o crédito em conta corrente tinha sido feito em confiança e que a responsabilidade pela clonagem do cartão era minha até que os analistas do banco pudessem chegar a uma deliberação para o caso. Em mais de trinta dias após a primeira reclamação o Banco ainda não sabia como e para que o cartão fora clonado e utilizado.

Resultado prático: Em 5 de julho ocorreu o estorno dos valores debitados em 15 de junho com a compensação de juros e IOF por providência da Gerente de Conta.

Recebi a fatura do cartão de crédito com vencimento para 15 de agosto. Enviei e-mail ao SAC. Recebi resposta me orientando a enviar carta de contestação, pois caso contrário todos os valores seriam novamente debitados em minha conta corrente. Engraçado, mas nos contatos anteriores a tal carta não havia sido mencionada.

No dia 15 de agosto ocorreu débito em conta corrente referente ao faturamento da segunda parcela de uma das compras. Solicitei ao meu empregador que passasse a pagar os salários em outra conta bancária. Houve troca de e-mails envolvendo a Gerente de Conta que novamente procurou me tranquilizar. Recebi o depósito do salário de setembro em conta corrente do outro banco. Poe e-mail solicitei a Gerente de Conta o cancelamento da conta corrente.

Reconheço que a Gerente de Conta executou muito bem sua função. Trouxe para o banco novo cliente e a movimentação correspondente ao seu salário. Mas na ocorrência do infortúnio o seu trabalho foi duramente destruido pelo SAC Serviço de Atendimento ao Cliente. Os atendentes do SAC não se importam com o CLIENTE. Seguem um roteiro de cartilha. Não pensam nem agem fora da cartilha. Agem na contra mão do trabalho dos Gerentes de Conta e do pessoal que trabalha na agência do banco. Não demonstram nenhum reconhecimento nem respeito à Pessoa Humana com quem estão tratando. São autômatos!? E mesmo assim as informações mudam de um para outro atendente.

Fui convencido pelo atendimento recebido de que o SAC é na realidade um desServiço de Ataque ao Cliente. Gente mal paga, mal formada e mal orientada. Gente que não conhece nem trabalha pelo core business da empresa, neste caso um banco.

Resultado prático: Elaborei e enviei a carta de contestação. Não houve estorno do último débito efetuado em conta corrente. E não estou preocupado com isto.

PS: Finalmente consegui encerrar a conta corrente. Republico com os nomes reais.

Sérgio L. Serpa

 

 

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