NRR Reiki Envidraçamento de Varandas – Não confie

Para realizar o envidraçamento da varanda procuramos a Administração do Condomínio que nos indicou a empresa NRR Reiki como sendo a responsável pela elaboração do projeto e de sua aprovação conjunta entre Construtora e Condomínio.

Recebi o nome da vendedora e dois telefones para contato. Entrei em contato por telefone e posteriormente trocamos e-mails. A assinatura de contrato em 07/08/2014.

As medições ocorreram em 09/08/2014 com a presença dos técnicos de instalação dos vidros e de colocação de soleira e da área comercial.

O zelador nos levou para ver a instalação da rede de proteção em um dos apartamentos do condomínio. Havia barras de suporte instaladas abaixo do teto em gesso, de forma descontínua com aspecto desagradável.

Instalamos a barra acima do teto em gesso, abrindo uma janela na lateral de todo o teto. Abaixo do teto ficaram apenas os ganchos para prender a rede de proteção.

Ao término da instalação da barra enviamos e-mail à NRR Reiki solicitando o comparecimento de técnico para ver a barra instalada antes do fechamento do teto em gesso (13/08/2014). Recebemos como resposta que seria desnecessário.

Na ocasião do envidraçamento da varanda (6/10/2014) o técnico da instalação recusou-se a executar o serviço alegando que a barra impedia a instalação dos vidros. Solicitamos à NRR Reiki o comparecimento do técnico e que o mesmo fosse acompanhado pelo Zelador do Condomínio.

Após a segunda visita decidimos abrir novamente o teto em gesso para ficar evidente que as duas soluções podiam e deviam coexistir. Não havia impedimento para a instalação dos vidros. Continuar a ler

Alla Nostra MRC Borges Deficiência Negligência e Má Fé?

Compramos um apartamento que por contrato o construtor nos entregou sem os acabamentos de piso. Tínhamos a necessidade de concluir o piso para a colocação de móveis e equipamentos. Optamos por elaborar um projeto envolvendo arquitetura e decoração. Passamos a procurar profissional ou empresa que pudesse nos assessorar na elaboração do projeto e realizar a sua execução.

Ao comprarmos móveis planejados recebemos da vendedora a indicação da empresa Alla Nostra (razão social MRC Borges Móveis ME nome fantasia Alla Nostra Móveis e Decorações) como sendo conhecida da loja e habilitada para projetar e executar os serviços necessários para antes e depois da instalação dos armários. No dia seguinte na loja a vendedora nos apresentou pessoa da Alla Nostra com quem conversamos, e daí surgiu esta possibilidade de “parceria” para as obras que pretendíamos fazer no apartamento.

Nos dias seguintes, já no escritório da Alla Nostra, fizemos algumas reuniões, apresentando nossas necessidades.

A Alla Nostra apresentou-se como apta para a empreitada, tendo as equipes de profissionais adequadas para a execução das obras.

Alla Nostra elaborou o projeto de revisão dos armários adquiridos, o que foi comunicado ao fabricante. Desenvolveu o projeto arquitetônico dos ambientes do apartamento. O projeto considerou o reposicionamento dos comandos de eletricidade para adequá-los aos móveis planejados. Apresentou-nos soluções que desconhecíamos como os tubos embutidos na parede em substituição aos painéis de madeira para passagem de cabos para TV e equipamentos. Acatamos outras sugestões como a troca das bancadas da cozinha, do tanque, do lavabo e do banheiro principal.

Isto tudo nos levou a entender que a Alla Nostra faria o acompanhamento da execução dos equipamentos a serem produzidos por terceiros e a sua finalização, o acompanhamento da montagem dos móveis planejados, principalmente quando o contrato garantia esta responsabilidade.

Antes e durante o planejamento e a execução da obra foram surgindo outros fornecedores e prestadores de serviços, por indicação da Alla Nostra, do condomínio e por nossa escolha.

Após a aprovação do pré-projeto recebemos e assinamos o contrato. Passados alguns dias, as obras foram iniciadas,  e então terminou a lua de mel.

PESSOAL  TÉCNICO Rapidamente percebemos que a equipe de profissionais era na realidade toda terceirizada e nem sempre as pessoas eram do conhecimento prévio da Alla Nostra. Houve entre os profissionais, pessoas sem nenhum preparo para a função, pessoas alcoolizadas, pessoas nitidamente perdidas na obra por falta de orientação. Faltaram profissionalismo e capacidade técnica na supervisão e acompanhamento dos serviços: conhecer, conversar e ambientar prévia e adequadamente os profissionais sob sua responsabilidade, coordenar as atividades para evitar desperdício de material, de tempo e de esforços em retrabalho, elaborar adequadamente as listas de compras (tivemos excesso de materiais solicitados em cerca de 50% na iluminação e nos revestimentos e falta de materiais em pintura e alvenaria). Faltou respeito e consideração para com os próprios profissionais, e ter certeza da competência das pessoas contratadas. Durante períodos de semanas a Alla Nostra ausentou-se da obra sem nenhuma explicação plausível. Continuar a ler

APLUB atende com má fé e em situação financeira crítica não paga benefícios

Este artigo tem a  intenção de tornar público o desprezo e desapreço da APLUB no atendimento aos participantes de seus planos de previdência privada. Calvário, martírio, sofrimento, desconsideração, desrespeito, desdém, é o mínimo que posso qualificar o atendimento dado pela APLUB a seus participantes. Tudo isto ocorre por má fé da APLUB? Ou por dificuldade financeira? Será a situação da APLUB pré-falimentar?

Desde 1978 eu e minha esposa contratamos ao Grupo APLUB vários planos de previdência privada, seguros e capitalização (pensão com renda mensal, pecúlio com resgate antecipado, pecúlio remido, pecúlio, seguros de renda temporária, seguro de vida e acidentes, plano de capitalização com sorteio).

Em 2006 ao completar 60 anos de vida e mais de 25 anos de contribuição procurei a APLUB para receber os benefícios correspondentes aos planos de renda mensal. Fui informado que por “estar casado e vivendo com minha esposa” eu somente poderia receber benefício após completar 65 anos de vida conforme o artigo 21 do contrato. Ao reler os contratos no verso das propostas notei que ali constavam somente os 20 primeiros artigos.

Tendo completado as exigências de segunda fase dos contratos (65 anos e muito mais que 25 anos de contribuição) em julho deste ano telefonei à APLUB e que me informasse os valores para resgate dos planos de pecúlio e dos planos de renda mensal. Recebi informações diferentes conforme a pessoa que me atendia, mas todas as atendentes me falaram de imediato do artigo 21. Mais de um atendente
me informou que não cabem resgates antecipados para os planos de pecúlio, apesar do que consta nos contratos. É interessante ressaltar o uso de artigos dos contratos pelos corretores e pelas atendentes. Os corretores alardeiam o resgate antecipado e não mencionam as cláusulas de prorrogação. Já as atendentes alardeiam as condições de prorrogação e negam a possibilidade de resgate antecipado.

Inicialmente a APLUB me informou que demoraria duas semanas para efetuar os cálculos, isto numa era dominada pelo computador. Após muita insistência recebi por e-mail as informações dos valores a serem resgatados antecipadamente com referência a alguns dos planos de pecúlio e nenhuma informação por escrito quanto aos planos de pensão.

Após vários contatos por telefone, por e-mail e por carta, no final de agosto formalizei à APLUB por carta as solicitações para pagamento dos planos de pecúlio e de pensão.

Recebi por e-mail a informação de que “Conforme contato via telefone dia xx, informamos que recebemos os documentos referente resgate do senhor e da Sra, porém, não recebemos os formulários originais preenchidos e assinados via correio. Informamos  que o prazo para pagamento só começará a contar a partir da data do recebimento da documentação completa.”

Os tais “formulários” continham os mesmos dados que colocamos nas cartas, além de alguns itens inaceitáveis como: duas datas e dois locais de emissão, cláusula  de encerramento imediato dos contratos antes mesmo dos pagamentos a serem feitos pela APLUB, erro em meu endereço. Mesmo assim, enviei para a APLUB os tais “formulários” preenchidos e assinados com as devidas correções.

Por telefone me informaram os valores a serem pagos com referência aos planos de pensão: 41% do benefício serão retidos até janeiro de 2015 quando ocorrerá sua incorporação aos benefícios. Também até aquela data devo contribuir com 41% do valor mensal em função de um plano econômico do governo ocorrido em janeiro de 1990. Resumindo: na hora de receber o benefício fico sabendo que devo contribuir além dos 25 anos iniciais, outros 5 anos por questões protelatórias, e ainda mais 3 anos e 7 meses por decisão interna da APLUB por causa de um plano econômico do governo. Tudo isto foi informado por telefone, nada por escrito.

No início de outubro registramos reclamação na SUSEP e recebemos a resposta: “Salientamos que, conforme mensagem encaminhada no dia xx, seu questionamento foi encaminhado à empresa reclamada para atendimento no prazo de 15 dias. Caso não haja solução satisfatória poderá ser formalizada denúncia à SUSEP, para abertura de processo administrativo, nos termos da Circular SUSEP nº 292/05, acessível em www.susep.gov.br, no link “Atos Normativos”. Continuar a ler

Poderia ser pior!

Muitas pessoas lamentam por não ter melhor sorte na vida, esquecendo que tudo poderia ser muito pior.

Pessoas reclamam porque gostariam de ter um carro melhor, sem pensar que muitas são obrigadas a andar horas em trens, ônibus superlotados, e milhares a andar quilômetros a pé, pois o dinheiro gasto em uma condução seria muito dispendioso e faria falta para outros itens de maior necessidade.

Pessoas com boa saúde devem considerar-se privilegiadas, pois poderiam ser uma das milhares portadoras de alguma deficiência,  que certamente traria transtornos a sua vida. Mas mesmo aquelas que são portadoras de disfunções físicas, precisam ter a consciência que a sua situação poderia ser muito mais agravante, portanto, mesmo vivendo com limitações físicas, devem ter plena convicção que  nossa força mental depende só de nós, e será sempre ilimitada.

Pessoas que já tem os filhos criados, bons trabalhadores, saudáveis, bem casados, devem olhar para o lado e ver os filhos de outros pais, que estão presos, ou são dependentes, ou estão impossibilitados de exercerem uma função remunerada. Mas mesmo que aconteça um caso desses na família, devem respirar fundo, lutar para reverter ou amenizar o problema, mas com uma certeza, que isso ainda poderia ter ocorrido de maneira muito mais traumática, com seqüelas irreversíveis.

Não devemos lastimar por não poder saborear aquela sofisticada iguaria que a gente tanto gosta, pois a imagem que não sai da minha mente, foi quando estive lecionando no extremo sul da Bahia, precisamente na cidade de Mucuri, vi crianças comendo calango (uma espécie de lagartixa), pois era a única carne que eles tinham condições de adquirir com facilidade.

Alguém poderá achar que estou sendo pessimista em realçar problemas tão desagradáveis. Mas isso não traduz a minha intenção, pois na “maratona da vida“ podemos observar que algumas pessoas estão a nossa frente, mas uma grande multidão gostaria de estar ocupando nossa posição, que embora  não pareça, é almejada por milhões de outros habitantes desse nosso planeta.

Vamos continuar jogando na Mega Sena. Vamos continuar sonhando com uma vida cada vez melhor, mas não vamos esquecer, que do jeito que estamos vivendo, já somos vencedores, e usufruímos do maior prêmio que é a nossa própria vida. Por isso devemos desfrutá-la de maneira soberana, como se estivéssemos deliciosamente saboreando o nosso prato favorito.

É bom lembrar também, que com isto, não pretendemos estabelecer uma receita comportamental, mas simplesmente externar o nosso sentimento, sobre o modo de valorizarmos a nossa qualidade de vida.

Aílton Prado

 

Serviço de desAtendimento ao Cliente – SAC – uma experiência desagradável

SAC Serviço de Atendimento ao Cliente – Ao registrar reclamação no SAC você é tratado como réu do caso e não como reclamante – Ao abrir conta corrente em banco e receber cartões de débito e crédito para a movimentação tome cuidado. Veja no relato abaixo o que aconteceu.

Em junho, de emprego novo fui orientado a abrir conta corrente no banco Real para efeito do recebimento do salário. A Gerente de Conta do banco Real me informou pelo telefone todos os documentos e providências necessárias. No dia marcado veio a meu encontro na Barra da Tijuca e muito receptiva, prestativa, facilitou a burocracia. Levou as cópias dos documentos previamente solicitados e os formulários do banco Real devidamente preenchidos e assinados.

Menos de uma semana depois recebo nova visita da Gerente de Conta, que tem apelido de famoso pintor europeu (Van Gogh). Trouxe-me os dados da conta corrente e mais quatro cartões magnéticos.

- Mas meu Deus, para quê tantos cartões? – perguntei e prossegui – eu não preciso de mais cartões, já tenho muitos.

E como sempre a muito prestativa Gerente de Conta me explica e me convence a ficar com os cartões mesmo que não quisesse utilizá-los, pois eu poderia deixá-los em casa. Eram dois pares de cartões um da marca V e outro da marca M. Cada par em duas apresentações: a Platinum para uso nos lugares VIP e um meio desbotado para uso nos lugares TRASH. O par de cartões de uma das marcas tinha as funções débito e crédito. A outra marca somente a função crédito.

A princípio deixei todos os cartões em casa. Mas após o recebimento do primeiro salário e nos meses seguintes passei a usar apenas um dos cartões na modalidade débito, para saques e pagamento das refeições no local de trabalho. E assim minha vida foi prosseguindo por vários meses.

No décimo primeiro mês (em maio do ano seguinte), eu estava trabalhando em Recife, uma surpresa desagradável. Recebi uma fatura para pagamento no dia 15 através de débito direto na conta corrente. E exatamente uma fatura dos cartões que ficaram em casa. E mesmo assim conseguiram clonar o cartão!!! E eu tinha apenas dois dias para tentar resolver a situação.

Na fatura cerca de uma dezena de compras feitas com o cartão na modalidade crédito, aparentemente sempre via internet. Havia compra de serviços em empresas em que eu não ousaria entrar nos respectivos sites: apostas – em seis parcelas, crédito para comunicações, compra feita via site de pagamentos (o que não nos permite saber realmente o que foi comprado e de quem), serviços para facilitar a elaboração de trabalhos escolares e acadêmicos, etc. As duas compras de maior valor foram feitas em sites B2C. Um deles cancelou a compra no mesmo dia (todas as três parcelas). Deve ter percebido a tramoia em tempo. O outro site B2C deve ter entregado a(s) mercadoria(s) para pagamento em oito parcelas.

No dia seguinte telefono para a Gerente de Conta que me tranquiliza, toma as providências internas ao banco e me orienta a telefonar para o SAC Serviço de Atendimento ao Cliente. Não me senti confortável com esta orientação. Já que as providências internas tinham sido tomadas, porque a perda de tempo com o SAC. Talvez devido a critérios de transparência e ou a princípios de governança? Efeito colateral da Sox (Lei Sarbannes-Oxley).

Enfim liguei para o SAC. O atendimento tomou longos 45 minutos. Por conta de minha reclamação os respectivos cartões foram cancelados e em cerca de dez dias eu receberia novos cartões. Não havia tempo hábil para evitar o débito em conta corrente. Os valores seriam cancelados na fatura do cartão de crédito no mês seguinte. Ainda tive que ouvir que a responsabilidade pela clonagem do cartão era minha até que os analistas do banco pudessem chegar a uma deliberação para o caso. Imediatamente solicitei o cancelamento de todo os cartões de crédito que estavam em meu poder. Continuar a ler